domingo, 26 de abril de 2020
#45
O número 45 leva-me sempre até este ídolo.
E à série Last Dance, no Netflix. Novos episódios hoje.
P.
sábado, 25 de abril de 2020
#44
Ehhhhhh lá, então mas isto é assim? À bruta?
Depois de 6 anos sem escrever uma linha, o recomeço é logo no dia 44? É, pois.
Covid-19, Coronavírus.
São os termos dos dias que correm. Eu adoro animais, mas por causa do raio do bicho, são 44 dias em casa, com pouquíssimas saídas e repletos de distanciamento social, que só são quebrados pelos 3.264 momentos em que, ao longo dia, o Artur está a 2 centímetros - bem medidos - de qualquer um de nós. E distanciamento social, meu menino? Cadê?
Neste 25 de abril, dia da liberdade, é tempo de estarmos em casa. Vamos lá começar devagarinho, a "soltar os dedos" e as ideias e reencontrar um espaço que me deu momentos de satisfação no passado.
P.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
São 34!
No dia 22 de maio fiz 34 anos.
Foi um dia marcado pela presença da família, dos amigos, e de um amigo inseparável. O que eu gosto do meu Artur!
P.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Bom último dia!
Hoje é o último dia de trabalho do meu pai. O último.
Foram muitos anos ligados a uma instituição à qual deu sempre o melhor de si. Acho que nunca o vi noutro registo. Uma pessoa sempre interessada, dedicada, que vive os inúmeros assuntos com o gosto de quem quer que tudo corra pelo melhor e com o prazer de quem gosta daquilo que faz.
O meu pai é das pessoas que sabe valorizar as pessoas. Que cumprimenta todos sem exceção. Que reconhece que, sem os outros, não se consegue chegar a lado algum. Mas que, contando com o contributo de todos os outros, se chega a muitos lados. Chegam-se aos objetivos. Atingem-se os resultados. Fortalecem-se as relações.
Normalmente atribui-se aos filhos o motivo de orgulho dos pais. Mas os pais também são (e se são) o motivo de orgulho dos filhos.
Muitos parabéns por toda a tua carreira. És (bes)tial. :)
P.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
São 6 anos
Hoje é o dia em que uma amiga deixa a empresa para rumar a outras paragens. É bom sinal. Sinal de mudança. Sinal de novas oportunidades. Sinal de novos desafios. E isso, para quem tem perfil de mudança, é sempre bom.
São 6 anos de convivência que ficam nas nossas memórias.
São 6 anos em que, tantas vezes, conversámos na hora do café (ainda que não beba).
São 6 anos em que partilhámos viagens rumo ao norte.
São 6 anos de tantas piadas e piadolas que, com o tempo, nem é preciso dizer mais nada porque as ideias e as graças são comuns.
São 6 anos em que, nos transportes públicos, nos rimos do que escrevemos um ao outro a contar e a comentar o que vemos ao nosso redor.
São 6 anos em que usámos e abusámos de expressões nortenhas, que mais ninguém percebe nesta sala (sim, às vezes também inventamos um bocadinho!!).
São 6 anos em que contamos as histórias da nossa gente do norte. Desde o "Ouuuuuuuu" (de quem chama alguém) até às conversas de casa em pisos diferentes ou mesmo os benditos croissants!
São 6 anos em que invariavelmente me rio quando começas a dizer: "A minha avó também diz que ...".
São 6 anos em que os pastéis de Tentugal ficaram para a história.
São 6 anos com fotografias de um curso no Zoo onde aquilo que mais me lembro é de nos rirmos das fotos que tirámos!
São 6 anos. E seguramente serão muitos mais. Ou não tivesse eu a responsabilidade de abrir prendas: "Pedo abe esta, Pedo!"
São 6 anos de convivência e amizade. Mas serão muitos mais.
Quanto ao resto, hoje és tu. Amanhã serei eu.
Tudo de bom!
P.
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