Pela primeira vez na vida fui ao S. João de Braga.
O Jorge Campeão estava mesmo lá. Aliás quando passámos os olhos por este cartaz e depois voltámos a baixar o olhar, lá estava o senhor de bigode a dizer: "O Jorge, sou eu!".
Eu, o meu pai e o meu irmão - verdadeiros primores na arte da dança - estávamos no banco dos suplentes. Uma espécie de Postiga. Para o que desse e viesse.
Como existem notícias do Brasil todos os dias e a todas as horas, no outro dia assisti a uma reportagem sobre uma nova dança - passinho - que, ao que parece, está a meter o samba a um canto (isto para usar um termo do futebol).