P.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Leilão Público
Hoje ocorre o leilão público das obras que estavam anteriormente disponíveis na Livraria Byblos (Amoreiras). É de aproveitar.
Câmara, Acção. Corta!
Meus caros,
Está encontrado o próximo protagonista dos filmes da Gillette. Qual Roger Federer? Qual Thierry Henry? Eu próprio se faz favor! Nenhum dos anteriores respeita tão bem a indicação do realizador quando este diz "Corta!". Eu corto-me. Sou um talento.
Detesto isto, pah!
Tenham um bom dia.
P.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Que animal temos hoje?
Porto. Cá estou. A viagem foi pacífica apesar das 2 horas que levei para sair de Lisboa. Ah, santa qualidade de vida! Por momentos temi que todos viessem para o Porto. Mas não. Ou mesmo que estivesse perante a manifestação dos carrósseis. Mas também não.
Acho que ajudou bastante o facto de ter mudado a voz do equipamento. Do "Gonçalo" passei para a "Amália". É assim que estão identificados. Ainda hesitei em colocar a "Katarina" da Suécia mas desconfio que não iria dar bom resultado até porque a maior proximidade que tenho com a Suécia são as deslocações ao IKEA, as músicas do ABBA e a atribuição de pontos no Festival da Canção. Normalmente recebiamos 0 pontos. Isto de ter só um vizinho como país tem o seu lado negativo...Ainda hão-de querer ir comprar móveis a Paços de Ferreira e nós negamos! Vocês vão ver.
A "Amália" só não consegue pronunciar bem a palavra saída. Diz: "Na rotunda a 173 metros - é muito exacta - apanhe a terceira asida". Há ali um problema qualquer com a palavra saída. Simplesmente não acerta. Dei várias voltas à rotunda na esperança que pudesse corrigir mas "asida" era a palavra de ordem. E se é de ordem, eu obedeço.
Hoje a única dificuldade foi resolver uma operação matemática que estava numa das tabuletas à saída de Lisboa: A1-A8-A9-A5. Olhando para isto de repente diria que dá uma IP ou uma Estrada Nacional. Subtrair tanta Autoestrada só pode resultar numa estrada "secundária" . Digo eu que não percebo nada de alcatrão. Eu é mais croquetes.
Por outro lado, e sensivelmente até Coimbra, vim acompanhado por um papel no vidro que dizia "Astróloga". Não consegui ler mais até porque a 140Km/h torna-se dificil de ler. Mas acredito que, em Coimbra, alguém vai ligar para obter mais informações. E quando assim for, sra. Astróloga, não se queixa aqui do Astro que lhe mostrou a luz, sim? Obrigadinho.
Preparo-me agora para mais uma noitada em Centros Comerciais. Francamente acho que deviam fazer descontos especiais para quem trabalha à noite. É esforço bastante estar acordado de dia e noite e isso devia ser premiado. Como acho que tal não vai acontecer limito-me a tentar imaginar qual o animal de código que é usado pela equipa de Segurança no Centro Comercial. Tipicamente utilizam sempre animais como código para comunicarem entre si. Em Oeiras já me disseram que tinha que ir ter com o "Águia 5".
"Se o sr. não se importa desça até ao piso -1 e fale com o Águia 5. É o nosso chefe". Foi literalmente isto. E a verdade é que fui. E até não correu nada mal.
Vim preparado. Seguramente que estas bolachas de água e sal vão fazer maravilhas independentemente do animal de hoje ser um Urso ou um Flamingo. Acho que ambos vão acolher esta oferta da melhor forma. By the way...cheguei ao Hotel e apetece-me Belgas. E agora, onde é que arranjo as bolachas?....
É bom estar no Norte. Gosto imenso de cá estar. Pelas pessoas. Pela simpatia. Pela disponibilidade. Pelo jeito extrovertido e sincero. Pela hospitalidade. Pela paisagem. E pelos ovos mexidos de manhã. Sim, mal posso esperar.
P.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Rio...
Ao longo de Janeiro convenci-me e fui convencido que ia até ao Rio. Fantástico, pensei eu! Ainda que me parecesse um pouco estranho não quis, em momento algum, duvidar da intenção de me enviarem para o Brasil. Uma espécie de enviado especial para ser uma voz alternativa à Ivani Flora. Preparei tudo. Malas, roupa e equipamentos. Até achei curioso que em Janeiro me tivessem dito que ia para o Rio de Janeiro.
Chegámos a Fevereiro. E o Rio que era Brasil trouxe um sotaque do Porto. Afinal vou para Rio Tinto. Não será bem a mesma coisa. Vou ver se há picanha. Só para não deixar cair por terra as expectativas criadas.
P.
Eu só pedi massa, senhor!
Vai haver uma altura no tempo em que os títulos não vão ter qualquer tipo de ligação com o teor do texto. E porquê?
. Porque já não terei condições para articular as duas coisas.
. Porque me apetece.
. Só mesmo para disfarçar.
Hoje não é o caso. Nenhum dos três items se enquadra neste post. Decerto que já devem ter reparado mas, em determinados restaurantes, torna-se muito muito muito muito dificil fazer um simples pedido de massa sem ter que responder a "n" questões. A escolha da massa, em si mesma, é logo um desafio. Existem sempre várias opções e, pessoalmente, hesito sempre entre Fusilli e Fettuccini. Mais que não seja porque considero fortes hipóteses para o nome do meu filho.
"Fusilli Xavier, anda cá!"
" Fettuccini António, não batas na tua irmã!"
Nunca na vida consigo estabelecer este tipo de relação com outro tipo de comida. Não me passa pela cabeça dizer o seguinte:
"Garam Masala, sai de cima do armário!"
" Soong de carne de porco, deixa o gato em paz!"
A escolha dos ingredientes é outro martírio. Escolher 8 ingredientes entre 50 disponíveis é uma coisa que provoca desgaste. Pelo menos em mim. Principalmente porque, do outro lado, existem sempre expectativas criadas. Mal peço o primeiro, já me estão a perguntar automaticamente sobre o segundo ingrediente! Para a próxima levo uma lista para ir devidamente preparado para este desafio.
A hora de almoço foi portanto esgotante. Mas ao menos já sei que Garam nunca será o nome do meu filho. Quanto muito Garão para dar um toque "tuga".
P.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
